A maioria das pessoas chega até mim porque precisa de um óculos.

O grau mudou. A lente já não atende mais. É hora de escolher uma nova armação. 

 

A minha história também começou assim.

 

Enquanto buscava um óculos para mim, descobri que essa escolha podia ir muito além da necessidade de enxergar melhor. Foi quando percebi que um óculos pode acompanhar a forma como vivemos, trabalhamos, nos comunicamos e nos apresentamos ao mundo.

Essa descoberta mudou a minha forma de enxergar esse universo.

E deu origem à Alê Bugno Atelier.

Para transformar essa percepção em um método, mergulhei nos estudos de óptica, visagismo, design e artesania. Eu queria entender não apenas como um óculos é feito, mas por que algumas pessoas se sentem completamente à vontade com uma armação, enquanto outras nunca conseguem se identificar com ela.

Foi nesse caminho que encontrei a resposta que guia meu trabalho até hoje.

Acredito que um bom óculos começa pela necessidade visual. Depois vêm o conforto, a proporção, a personalidade e a forma como cada pessoa deseja se apresentar ao mundo. É por isso que não começo mostrando armações. Primeiro, procuro entender quem está diante de mim, como essa pessoa enxerga, como vive e o que precisa.

Só então apresento as possibilidades.

 

Na Alê Bugno Atelier, cada peça do acervo foi escolhida com esse mesmo olhar. E cada armação feita à mão nasce do mesmo princípio: unir conhecimento técnico, autenticidade e cuidado em cada detalhe.

O momento mais especial do meu trabalho é quando alguém percebe que não encontrou apenas um óculos, encontrou um óculos que faz sentido para a sua vida. É essa experiência que busco proporcionar todos os dias.

 

Alê Bugno Atelier

 

Encontrar um óculos é importante. Reconhecer-se no espelho é inesquecível.